IA jurídica é o uso de inteligência artificial em tarefas do dia a dia do Direito, como pesquisa, revisão de textos e atendimento ao cliente. Esta página trata do atendimento: o primeiro contato no WhatsApp, a triagem do caso, a coleta de documentos e o agendamento da consulta.
A regra que guia tudo: a IA organiza a conversa e o advogado dá a orientação jurídica. Abaixo você vê o que a IA pode fazer, o que ela não deve fazer e como montar isso respeitando o Código de Ética da OAB.
O termo cobre ferramentas bem diferentes. Algumas ajudam na pesquisa de jurisprudência, outras na redação e revisão de peças, e outras no atendimento ao cliente. Cada uma resolve um problema e tem cuidados próprios.
No atendimento, o ganho é tempo. Muitas mensagens que chegam ao escritório são as mesmas perguntas, pedidos de horário ou envio de documentos. Uma inteligência artificial para advogados pode cuidar dessa parte e entregar ao profissional um caso já organizado.
Busca de jurisprudência, leitura de decisões e resumo de documentos longos.
Apoio na redação e revisão de peças e contratos, sempre com revisão do advogado.
Primeiro contato, triagem, coleta de documentos, agendamento e respostas a dúvidas frequentes.
A IA não é advogada. Ela não deve dar parecer, dizer se o cliente tem direito, prever resultado de processo nem prometer ganho de causa. Essas respostas exigem análise profissional e são responsabilidade do advogado.
O Código de Ética e Disciplina da OAB também veda captação indevida de clientela e mercantilização da advocacia. Por isso, o tom do agente deve ser informativo e discreto, sem oferta agressiva de serviços.
Receber o contato, entender o assunto, fazer perguntas de triagem, pedir documentos, explicar como funciona o escritório e encaminhar ao advogado.
Responder dúvidas sobre horário, endereço, áreas de atuação e documentos necessários, com base no material do próprio escritório.
Dar opinião jurídica sobre o caso, calcular chance de êxito ou garantir resultado.
Fazer abordagem comercial insistente ou prometer vantagens para fechar contrato.
O fluxo mais comum vai do primeiro 'oi' até a consulta marcada. O agente conversa com o cliente, registra as informações e passa o caso para a pessoa certa da equipe.
O cliente manda mensagem no WhatsApp, Instagram ou site e é atendido na hora, inclusive fora do expediente.
O agente pergunta a área (trabalhista, família, previdenciário etc.), um resumo do ocorrido e a urgência, sem opinar sobre o mérito.
O cliente envia fotos ou PDFs, e o agente lê e extrai os dados principais para o advogado.
O agente coleta a preferência de dia e horário e encaminha para a equipe confirmar a consulta.
A conversa vai para um atendente humano com histórico e resumo, sem o cliente sentir corte.
Depois que o cliente fecha com o escritório, as dúvidas continuam: quais documentos faltam, como funciona uma audiência, o que significa uma etapa do processo. O agente pode responder o que estiver no material que o escritório cadastrou.
Perguntas sobre a situação específica do processo ou que exijam análise devem ir para o advogado responsável. O agente encaminha e registra tudo no histórico.
Muitos chatbots trabalham com menu fixo: o cliente aperta 1, 2 ou 3. Isso funciona para perguntas simples, mas trava quando a pessoa escreve do jeito dela ou manda um áudio contando o problema.
Um agente de IA entende a mensagem livre e responde a partir da base de conhecimento do escritório. Na hora de escolher, avalie estes pontos.
O agente deve responder com o conteúdo do escritório, não com conhecimento genérico da internet.
Precisa transferir para a equipe com o histórico completo da conversa.
Clientes mandam foto de documento e áudio; o agente deve conseguir ler e transcrever.
Verifique como os dados são tratados, o alinhamento com a LGPD e se ficam separados de outras empresas.
Conversas com clientes de escritório envolvem informações sensíveis. Antes de contratar qualquer ferramenta, pergunte onde os dados ficam, quem tem acesso e se eles são compartilhados.
Na PLAAIA, cada empresa vê apenas os próprios dados, o tratamento segue a LGPD com registro de consentimento e os dados não são vendidos nem cedidos a terceiros. A plataforma não possui, hoje, certificação formal como a ISO 27001.
A PLAAIA é uma plataforma de agentes de IA para atendimento, e advocacia é um dos segmentos com jornada própria. O escritório cadastra seu conteúdo (site, PDFs, textos) e define as regras, como nunca dar parecer e sempre encaminhar dúvidas de mérito ao advogado.
O mesmo agente atende no WhatsApp, Instagram, Facebook, site e e-mail, transcreve áudios, lê documentos e registra cada contato em funil, com resumo da conversa. Veja os detalhes em plaaia.com.br/advocacia.
É o uso de inteligência artificial em tarefas do Direito, como pesquisa, revisão de textos e atendimento ao cliente. No atendimento, ela recebe contatos, faz triagem e organiza informações para o advogado. A análise jurídica continua sendo do profissional.
Não. A IA ajuda em tarefas repetitivas, como responder dúvidas frequentes e coletar documentos. Parecer, estratégia e responsabilidade pelo caso continuam com o advogado.
O uso de ferramentas de atendimento não é proibido, mas precisa respeitar o Código de Ética e Disciplina da OAB. Isso significa não fazer captação indevida, não mercantilizar o serviço e não prometer resultado. O agente deve ser informativo e encaminhar questões jurídicas ao advogado.
Não deve. O agente pode explicar como o escritório funciona e quais documentos levar, mas não deve opinar sobre direitos ou chance de êxito. Essas perguntas são encaminhadas ao advogado.
Depende da tarefa. Para pesquisa e redação existem ferramentas específicas; para atendimento, procure um agente que responda com o conteúdo do seu escritório, passe a conversa para humano com histórico e trate os dados conforme a LGPD.
Na PLAAIA, sim. O agente lê documentos enviados em foto ou PDF e extrai os dados principais. O advogado recebe essas informações organizadas junto com a conversa.
Conheça a jornada da PLAAIA para advocacia: triagem, coleta de documentos e passagem para o advogado no WhatsApp, sem dar parecer.